Ações de recomposição ambiental da Aeris Energy ultrapassam 31 mil mudas nativas no Ceará

Meio Ambiente

Fabricante de pás eólicas detalha em balanço anual os avanços na recuperação da Caatinga, gestão de resíduos e uso de energia renovável.

A produtora de pás para geração eólica Aeris Energy, líder do segmento na América Latina, registrou o plantio de mais de 31 mil mudas vegetais nativas da Caatinga a partir de 2021. O dado consta no Relatório de Sustentabilidade anual da empresa e reflete as iniciativas de restauração e preservação ecossistêmica conduzidas nas áreas de influência de suas instalações industriais.

A principal unidade fabril do grupo está sediada no estado do Ceará, em um território onde a vegetação de Caatinga possui papel central no equilíbrio biológico local. Diante desse cenário, a estratégia de recomposição ambiental foca no cultivo de árvores características desse bioma, visando restaurar habitats e assegurar a permanência da fauna e da flora regionais.

O trabalho desenvolvido nas zonas reflorestadas estende-se ao monitoramento contínuo de mais de 30 variedades de árvores e de 22 espécies animais. Essa atuação integra as diretrizes de responsabilidade socioambiental da corporação, que aliam a mitigação dos impactos no solo à busca por maior eficiência operacional no consumo de matérias-primas e insumos.

De acordo com a coordenadora de meio ambiente da empresa, Semiramis Tavares, a preservação da biodiversidade reflete o modo como a organização assume compromissos com os locais onde atua. “O plantio de espécies nativas é parte de um trabalho mais amplo, que envolve acompanhamento, conservação e recuperação ambiental. Nosso objetivo é evoluir continuamente nessa agenda e contribuir para a manutenção da biodiversidade característica da região”, afirmou.

O relatório referente ao ano de 2025 também apontou avanços em outros indicadores operacionais da Aeris Energy. Durante o período, 100% dos efluentes gerados na fábrica foram tratados, a totalidade da energia elétrica consumida teve origem em fontes limpas e renováveis, e os processos de triagem de materiais destinados à reciclagem registraram maior precisão.

O fortalecimento dessas práticas ambientais sinaliza uma evolução nas diretrizes corporativas, em que a gestão de ecossistemas e a preservação de recursos naturais passam a integrar o planejamento de longo prazo da indústria, complementando a agenda de redução da pegada de carbono.


Fonte: esginside.com.br / ESG Inside

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